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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2025-12-18T22:59:08Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/645">
    <title>Resistência de genótipos de feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) a Phaeoisariopsis griseola (Sacc.) Ferr.</title>
    <link>https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/645</link>
    <description>Título: Resistência de genótipos de feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) a Phaeoisariopsis griseola (Sacc.) Ferr.
Autor: Lacerda, José Teotônio de; Coelho, Rildo Sartori Barbosa; Menezes, Maria; Mariano, Rosa de Lima Ramos
Abstract: Estudou-se o comportamento das linhagens de feijoeiro L 102.005, L 132.012,L 151.019, L 151.009, L 153.011, L 151.004, 82PVBZ 1783, CNF 4681, CNF 5347, A 281 Bi, bem como das cultivares IPA 6, IPA 7, IPA 8, IPA 7419 e Carioca, em relação ao fungo Phaeoisariopsis griseola, raças G, G2 e G3, em casa-de-vegetação. A resistência dos genótipos foi avaliada através dos seguintes parâmetros: grau de infecção; número de lesões/cm² de área foliar; percentagem de área foliar infectada e período de incubação. A linhagem L 153.011 exibiu resistência à raça G2, diferindo significativamente das demais. Considerando os diversos parâmetros de avaliação utilizados verificou-se que nenhum dos genótipos apresentou resistência completa a todas as raças testadas. A linhagem CNF 4681 apresentou os menores níveis de severidade da mancha angular em relação às raças G1, G2 e G3. Dentre as linhagens e cultivares avaliadas, a maioria comportou-se como suscetível, sendo que a L 151.019, L 151.009, 82PVBZ 1783, IPA 7 e Carioca exibiram os maiores níveis de severidade da doença. Quanto aos parâmetros utilizados para avaliação dos genótipos, o grau de infecção e percentagem de área foliar infectada foram os mais eficientes, permitindo uma melhor caracterização das cultivares e linhagens de feijoeiro em relação à resistência ou suscetibilidade a P. griseola .</description>
    <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/644">
    <title>Reações de genótipos de feijoeiro (Phaseolus vulgaris) a fusarium oxysporum f. sp. phaseoli</title>
    <link>https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/644</link>
    <description>Título: Reações de genótipos de feijoeiro (Phaseolus vulgaris) a fusarium oxysporum f. sp. phaseoli
Autor: Ferreira, Rachel Gonçalves; Menezes, Maria; Coelho, Rildo Sartori Barbosa; Miranda, Paulo
Abstract: Estudou-se o comportamento de 31 cultivares e linhagens de feijoeiro em relação ao fungo Fusarium oxysporum f. sp. phaseoli através de dois experimentos Instalados em períodos diferentes sob condições de casa-de-vegetação. Em geral, os genótipos apresentaram variação no grau de resistência. Composto 388, H.F. 465.63.1, P9-A, Vagem Roxa (T3), P5-K, P432-A e P437-A comportaram-se como resistentes em ambos experimentos, destacando-se as três primeiras pela alta resistência apresentada no segundo experimento. As cultivares Vagem Roxa(T4) e EEP-12-547-Uberaba exibiram os mais elevados graus de Infecção comportando-se como suscetíveis.</description>
    <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/643">
    <title>Infecções simples e mistas de vírus da batata em plantações comerciais feitas com batata-semente oriundas de multiplicações sucessivas de batata-consumo na Paraíba</title>
    <link>https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/643</link>
    <description>Título: Infecções simples e mistas de vírus da batata em plantações comerciais feitas com batata-semente oriundas de multiplicações sucessivas de batata-consumo na Paraíba
Autor: Ribeiro, Gilvan Pio; Assis Filho, Francisco Miguel de; Andrade, Genira Pereira de; Lira, Helder Grangeiro; Oliveira, Francisco Canindé de; Paz, Cristiane Domingos da; Padovan, Isaíras Pereira; Padilha, Rafael José Ribeiro
Abstract: Para avaliar a ocorrência de vírus em plantações comerciais de batata na Paraíba, onde normalmente se utiliza material de propagação obtido por multiplicações sucessivas de batata-consumo, 128 amostras foliares de 20 campos foram analisadas sorologicamente em 1994. Através das técnicas DAC-ELISA e eletro-microscopia imuno-específica, demonstrou-se a ocorrência dos vírus Y (PVY), S (PVS), X (PVX) e do enrolamento das folhas (PLRV), em infecção simples e mista em 56,2% das amostras. Presença simultânea de dois ou mais vírus foi verificada em 21,8% e infecções simples de PVY e PVS em 24,2 e 10,2%, respectivamente. No ano seguinte, três campos foram avaliados em duas épocas após o plantio, observando-se maior incremento de plantas infectadas com o PVS, seguido de PVX, PVY e PLRV. Não foi detectada reação positiva para o anti-soro contra o "Andean potato mottle virus".</description>
    <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/642">
    <title>Incidência do vírus do Mosqueado Plumoso em coleção de batata-doce e cultura de Meristema para obtenção de clones sadios</title>
    <link>https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/642</link>
    <description>Título: Incidência do vírus do Mosqueado Plumoso em coleção de batata-doce e cultura de Meristema para obtenção de clones sadios
Autor: Marques, Josélia Oliveira; Ribeiro, Gilvan Pio; Cabral, José Barbosa; Hollou-Kido, Laureen Michelle
Abstract: Cultivares de batata-doce (Ipomoea batatas (L.) Lam.) da coleção de germoplasma da Empresa Pernambuca de Pesquisa Agropecuária foram indexadas através de enxertía em I. setosa Ker. e pelo teste "direct antigen coating enzyme-linked immunosorbent assay" (DAC-ELISA), utilizando anti-soro contra o vírus do mosqueado plumoso da batata-doce (SPFMV). Os resultados revelaram que 31 das 33 cultivares indexadas estavam infectadas pelo SPFMV. Visando a obtenção de clones sadios deste material, meristemas com 0,2 a 0,3mm, foram cultivados em um meio de cultura base (M1), contendo os sais de MS, suplementados com tiamina (2,0mg/l), mio-inositol (100mg/l), BAP (1,0mg/l), ANA (0,01 mg/l), GA3 (0,1 mg/l), PVP 40 (40mg/l) e sacarose (30g/l). Na tentativa de se alcançar um melhor desenvolvimento dos meristemas "in vitro" foi testado, em 10 cultivares, o acréscimo ao meio base de 100mg/l de arginina em combinação com 20 ou 60mg/l de putrescina (meios M2 e M3, respectivamente). Avaliações feitas durante 34 dias de cultivo, analisadas pelo teste de Tukey, indicaram que a adição destas substâncias não diminuiu a formação de calos, nem melhorou a regeneração de plântulas, sendo ainda, na concetraçâo elevada (M3), inibitória ao crescimento da parte aérea. O material regenerado "In vitro" foi indexado pelos testes DAC-ELISA e enxertía em l. setosa, observando-se reação negativa em 60,32% dos clones testados. Pela cultura de meristemas foi possível obter clones sadios das cultivares Angico, Balão Roxo, BR 05, Branca da Serra, Branca de Talo Roxo, CO Branca, CO Copinha, CR 06, Olho de Urubu, Paulistinha, Rainha, Rainha de Penedo, Rainha da Praia, São Paulo e Talo Roxo.</description>
    <dc:date>1997-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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