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    <dc:date>2026-04-07T18:14:42Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/6795">
    <title>Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório. Avaliação da mudança de paisagem nos municípios de Amaraji (PE) e Chã-Grande (PE) durante os anos (1985 - 2020) utilizando dados do Projeto MapBiomas</title>
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    <description>Título: Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório. Avaliação da mudança de paisagem nos municípios de Amaraji (PE) e Chã-Grande (PE) durante os anos (1985 - 2020) utilizando dados do Projeto MapBiomas
Autor: Pedrosa, Hugo Bandeira D’Arolla
Resumo: Este trabalho visou analisar as mudanças na paisagem dos municípios pernambucanos Amaraji e Chã-Grande, onde se pode constatar que a preservação do ambiente resultou em avanços nos indicadores de conservação, o que promoveu uma melhoria significativa na qualidade de cultivo e no avanço da agricultura familiar. A Associação Kapi’wara, criada em 2014 como um coletivo se tornou uma Associação em 2021 sendo uma entidade que realiza o planejamento de uma agricultura, agroecológica e sustentável, em zonas urbanas e rurais e tem a missão de iniciar coletivos de cooperação comunitária entre agricultores e moradores nos locais de ação da Associação, utilizando a metodologia de Nucleação, que é o incentivo de criação de grupos cooperativistas que disseminam o uso de uma agricultura consciente e sustentável e que preserve o meio ambiente. Os dados foram obtidos a partir do banco de dados do Projeto MapBiomas. Foram analisadas as condições de uso e ocupação do solo de 1985 a 1990; de 2000 a 2010 e durante os anos de 2017, 2018, 2019 e 2020. Esta série demonstrou as mudanças do ambiente em detrimento da atividade agrícola e expansão urbana das regiões dos municípios. A observação destes fatores é a chave crucial para o estudo da viabilidade de sistemas de cultivo que possam agregar maior capacidade produtiva e regenerativa ao bioma de Mata Atlântica em que os municípios estão inseridos, permitindo um uso mais eficiente da área de cultivo e diversificando a agricultura, gerando a conservação de ambientes com paisagens anteriormente degradadas pelo mau uso da terra e pela forma extrativista de exploração, que não permite a devida regeneração da paisagem natural.</description>
    <dc:date>2024-10-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Reação de genótipos de cajazeira e diferentes espécies do gênero Spondias em relação à meloidoginose</title>
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    <description>Título: Reação de genótipos de cajazeira e diferentes espécies do gênero Spondias em relação à meloidoginose
Autor: Silva, Daniel Henrique Feitosa e
Resumo: O gênero Spondia, pertencente à família das Anacardiaceae, engloba frutíferas tais como a cajazeira (Spondia mombin L.), a cajaraneira (S. dulcis Parkinson), o umbuzeiro (S. tuberosa Arruda), e a cirigueleira (S. purpurea L.). Nativa no Brasil, a cajazeira, que também pode ser conhecida como taperebá, cajá-mirim e cajá, se adapta muito bem ao clima quente ou subúmido do Norte e Nordeste do Brasil e suporta longos períodos de seca. Tem grande potencial econômico por ser bastante consumida de maneira processada em forma de polpas, sucos, néctares, sorvetes ou até mesmo in natura. As Spondias apresentam susceptibilidade a fitonematoides do gênero Meloidogyne, um dos mais importantes gêneros de nematoides devido aos prejuízos causados na produção de diversas culturas e pelo difícil manejo das áreas afetadas, também como a fácil dispersão por meio do tráfego de humanos, animais, mudas implementos agrícolas contaminados. Com o objetivo de reunir mais informações sobre a relação parasita-hospedeiro entre a cajazeira e espécies do gênero Meloidogyne, a presente pesquisa teve como objetivo caracterizar e identificar molecularmente as populações de Meloidogyne spp. na área plantio de cajazeira (Banco de Germoplasma da EMPAER) na Paraíba. Para alcançar tais objetivos, o experimento foi desenvolvido em casa de vegetação da Estação Experimental Cientista José Irineu Cabral (EECJIC) pertencente à Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regulamentação Fundiária – EMPAER-PB. Após a multiplicação das populações de Meloidogyne spp. em vasos com mudas de tomateiro cv. Santa Cruz Kada, serão caracterizadas morfológica, bioquímica e molecularmente.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diversidade de nematoides em sistema agroecológico na Caatinga</title>
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    <description>Título: Diversidade de nematoides em sistema agroecológico na Caatinga
Autor: Morais, Thayná Felipe de
Resumo: O acentuado processo de degradação, muitas vezes envolvendo o corte e a queima da vegetação para implantação de cultivos e pastagens, vem provocando constantes alterações na paisagem da Caatinga. O bioma, que é o único exclusivamente brasileiro, possui rica biodiversidade, comportando grande número de espécies endêmicas e fauna e flora adaptadas às condições edafoclimáticas da região. Os sistemas agroecológicos surgem como uma alternativa para auxiliar na conservação dos recursos naturais e resiliência ambiental. Por outro lado, os nematoides, por meio da identificação do seu grupo trófico, mudanças na estrutura e distribuição no solo, se estabelecem como excelentes bioindicadores. O presente estudo objetivou avaliar as variações ocorridas na nematofauna no solo em sistema agroecológico com cultivo de goiabeira na Caatinga. O estudo foi realizado no município de Tabira, na fazenda Quilariá da Barra. A amostragem foi conduzida no período seco irrigado e chuvoso com ausência de irrigação. As amostras de solo foram coletadas em 74 pontos aleatórios entre plantas de goiabeiras e posteriormente submetidas às análises nematológicas. A abundância total de nematoides foi maior no período seco. Os parasitos de plantas corresponderam ao grupo trófico dominante na área de estudo, com destaque para o gênero Meloidogyne que é um dos principais problemas fitossanitários da cultura. A maior abundância de Meloidogyne ocorreu no período seco, com expressão dos sintomas típicos da infecção, que pode ser explicado pela irrigação utilizada ter propiciado condições de umidade adequadas para o desenvolvimento desses nematoides.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diversidade de espécies de Colletorichum associadas à antracnose do Inhame no estado de Pernambuco</title>
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    <description>Título: Diversidade de espécies de Colletorichum associadas à antracnose do Inhame no estado de Pernambuco
Autor: Silva, Myrella Graziela Gomes da
Resumo: O inhame é uma monocotiledônea perene, pertencente ao gênero Dioscorea e familìa Dioscoreaceae. A antracnose do inhame ocasionada por espécies de Colletotrichum, causam manchas necróticas que tendem a coalescer formando grandes áreas necrosadas. O objetivo deste estudo foi avaliar a diversidade de espécies de Colletotrichum associadas à antracnose do inhame no estado de Pernambuco. As coletas foram realizadas em três municípios do estado de Pernambuco: Bonito, Recife e Vitória de Santo Antão. Folhas com sintomas característicos de antracnose foram encaminhadas ao Laboratório de Micologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Os isolados foram obtidos de fragmentos de folhas de inhame. Os fragmentos foram desinfestados em etanol 70% por 30 segundos, seguido por hipoclorito de sódio à 1,5% por 1 minuto, e lavagem dupla em água destilada esterilizada por 30 segundos. Os isolados obtidos foram preservados pelos métodos de Castellani e sílica-gel. As preservações foram depositadas na coleção do Laboratório de Micologia. Posteriormente iniciou-se a identificação molecular dos isolados. Para obtenção do DNA genômico, os isolados foram cultivados em placas de Petri com meio de cultura asparagina e incubados por 7 dias. Os resultados das extrações foram visualizados em gel de agarose a 1,5%. Para identificação molecular, foram sequenciados genes informativos para esse gênero fúngico. As relações evolutivas foram analisadas utilizando a análise de máxima verossimilhança (MV). Para o teste de patogenicidade, mudas de inhame (cv. da Costa) com 45 dias de idade, foram inoculadas com suspensão de esporos (106 conídios mL-1) mediante ferimento, com isolados representativos de cada espécie de Colletotrichum. As mudas inoculadas foram mantidas em câmara úmida por 24h e a avaliação se deu 7 dias após a inoculação. A avaliação consistiu na medição do diâmetro ortogonal das lesões. A testemunha foi inoculada com água destilada esterilizada. Foram obtidos 39 isolados de Colletotrichum a partir das lesões de antracnose no inhame. Através da identificação molecular constatou-se 6 espécies de Colletotrichum ocasionando a doença. Todos os isolados avaliados foram patogênicos. A espécie Colletotrichum sp1 foi a prevalente entre os municípios pernambucanos e também a mais virulenta.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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